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Compra conjunta: entenda como somar renda para conquistar o seu apartamento

 

Não é raro encontrar pessoas que sonham em morar em um apartamento novinho logo após o casamento. Em outros casos, morar junto com outra pessoa em apartamento próprio significa liberdade e uma grande conquista. Se a ideia de compartilhar um imóvel com outra pessoa é uma realidade para muitos, a divisão do valor também precisa ser. Aí, surge uma ideia muito interessante: a de composição de renda para a conquista do apartamento próprio.

 

Hoje vamos te mostrar um pouquinho mais sobre a soma de renda, em quais casos ela é interessante e como fazê-la de forma segura. Ficou curioso? É só ficar com a gente!

 

O que é a soma de renda

 

A noção de soma de renda é bem simples: trata-se da união de rendas individuais para a compra de um bem de maior valor, nesse caso, um imóvel.

Dessa forma, duas ou mais pessoas se unem e contribuem para o pagamento de um bem. Geralmente, decide-se a priori se a divisão será feita em partes iguais ou não, os direitos e os deveres de cada pessoa que entra nesse tipo de “sociedade”. Vale ressaltar que essa pode ou não ser uma sociedade formal, com registro.

O mais comum em todos os casos é cada comprador pagar um valor proporcional à renda mensal.

 

Casos em que é possível somar renda para compra de imóveis

 

O caso mais comum no Brasil de composição de renda é no casamento. O financiamento imobiliário nessa situação tem algumas facilidades, já que o valor da renda aumenta e você consegue fazer melhores negociações. Muitos não sabem, mas a união estável tem o mesmo valor jurídico do casamento e também permite melhores condições para o casal na hora da compra.

Mas, não somente duas pessoas podem fazer a soma de renda. Irmãos, pais e filhos, primos, ou seja, familiares em geral e até mesmo pessoas fora da família, como amigos, podem se unir e adquirir um apartamento em conjunto. Financiamentos da Caixa, por exemplo, aceitam até 3 compradores.

Em qualquer um dos casos, é preciso ficar atento às condições exigidas pelas construtoras ou pelo banco e entender qual é a melhor modalidade que encaixa na sua parceria.

 

Análise de crédito

 

Um ponto que merece ser ressaltado é que a análise de crédito em casos de composições de renda formal é feita de forma individual. E quando falamos isso, estamos querendo dizer que nenhum dos participantes pode ter o nome sujo, por exemplo.

Por outro lado, por conta da individualidade, é possível utilizar o saldo do FGTS de cada um dos compradores.

Por fim, vocês também precisam ficar atentos às idades daqueles que desejam entrar no negócio, já que para muitos financiamentos, por exemplo, a idade interfere no tempo de duração da dívida e, por consequência, no valor das parcelas.

 

Impeditivos

 

Existem alguns motivos específicos que podem impedir a composição de renda e geralmente eles estão ligados à análise de crédito.

O mais importante deles é quando o perfil de um dos compradores não está de acordo com as exigências da instituição financeira. Ou quando um deles não apresenta a documentação necessária. Se há nome sujo nos órgãos de proteção ao crédito dificilmente vocês terão sucesso também.

Por fim, se ficar comprovado que a renda dos dois está comprometida com mais de 30% com outros financiamentos, por exemplo, a tendência é que sua proposta não seja aprovada.

 

Vantagens

 

A primeira vantagem mais óbvia é que a soma das rendas necessariamente vai resultar em um montante maior, o que facilita e adianta a compra, além de possibilitar melhores condições de negociação na hora da compra.

O registro do imóvel em mais de um nome é uma vantagem para muitas parcerias, já que oferece garantias em caso de desmanche da união.

Por fim, o aumento do saldo total do FGTS é uma grande vantagem que deve ser levada em conta na hora da decisão.

 

Desvantagens

 

É preciso também ficar atento às desvantagens desse modelo de aquisição. Uma delas é o outro lado da moeda de uma das vantagens: o imóvel não estará apenas em seu nome e qualquer mudança ou atualização que você queira fazer nele terá que passar pelo aval de todos os donos.

Além disso, se os imprevistos estão presentes na vida de qualquer um, eles são mais latentes nessa modalidade. Afinal, qualquer briga, divórcio ou outra questão pode gerar dores de cabeça na hora de decidir sobre o futuro do imóvel.

 

Cuidados que você deve ter na hora de somar renda

 

Para evitar problemas posteriores, é preciso tomar alguns cuidados na hora da composição de renda para aquisição de imóvel.

O principal deles é a formalização, através de contrato, do nome de todos os participantes do negócio, bem como a porcentagem que cada um tem no negócio. A documentação deixa claro as regras, direitos e deveres de cada um dos contratantes e ainda resguarda em caso de desmanche da parceria.

Já nos casos de casamento, é importante discutir antes o regime no qual o casamento será registrado, para que vocês saibam como será feita a partilha caso aconteça um divórcio.

 

Bônus: As melhores formas de somar renda

 

O primeiro passo dessa decisão é conversar com seu parceiro sobre os objetivos que ele possui com o negócio e entender se vocês estão alinhados nesse sentido. Após isso, escreva as rendas individuais e como elas ficariam somadas.

Entenda os valores dos imóveis que vocês desejam e faça as contas: o financiamento vai comprometer mais de 30% de cada uma das rendas? Procure o melhor programa até encontrar um que encaixe nessa conta e que vocês também se encaixam nas exigências.

Por fim, negocie! A negociação com mais de uma pessoa permite mais pontos de vista, opiniões e habilidades para conquista de facilidades.

 

E vocês, já se decidiram pela composição de renda? Aqui na Cimos você encontra diversos imóveis que se encaixam no orçamento e no sonho de vocês. Converse com um de nossos atendentes e conheça!

 

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