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Conheça as condições que você precisa analisar ao fechar seu financiamento imobiliário

 

A aquisição de um novo imóvel é uma decisão complexa por diversos motivos, mas o principal deles é a questão financeira. Como estamos falando de um alto montante de dinheiro, é preciso pensar bem no investimento. E a maioria das pessoas não têm condições financeiras para despender tanto dinheiro em tão pouco tempo.

 

Por isso, o financiamento imobiliário se mostra uma ótima opção para diversas famílias. Como ele, o sonho fica mais possível dentro da realidade da receita mensal de cada uma delas. Mas você conhece as condições para esse tipo de pagamento acontecer? Hoje vamos conversar um pouco mais sobre o financiamento imobiliário e suas possibilidades. Vem com a gente!

 

O que é o financiamento imobiliário?

 

Vamos começar explicar o que é esse tipo de pagamento. Na verdade, o financiamento imobiliário é uma dívida que você contrai com o banco que, em contrapartida, te dá a garantia da aquisição do imóvel antes mesmo da quitação da dívida.

 

Funciona assim: você escolhe o imóvel que deseja, podendo ele ser novo ou usado, oferece uma proposta ao banco e ele faz a análise do seu perfil. Nessa pesquisa geralmente é levado em conta o histórico de pagamentos e dívidas do indivíduo. Com a proposta aprovada, geralmente o comprador dá uma quantia de cerca de 10% como entrada e o banco realiza o resto do pagamento para a construtora. O morador já pode começar a utilizar o imóvel e, enquanto isso, vai pagando mensalmente o banco as parcelas da compra, geralmente com juros.

 

É uma opção muito interessante pois dificilmente a decisão de compra de um imóvel é repensada e a dívida é paga já utilizando o bem.

 

Mas, como são muitas as possibilidades de financiamento imobiliário do mercado, sempre bate a dúvida de qual financiamento escolher. Nesse caso, você precisa estar atento às seguintes condições.

 

Condições para financiamento imobiliário

 

Taxa de juros x valor da entrada

 

Esse deve ser o seu ponto de partida na hora de analisar se o financiamento imobiliário que está analisando é vantajoso ou não.

Já com o valor total atual do imóvel em mãos, entenda qual é a taxa de juros oferecida. Atualmente, a taxa média está em torno de 7,5%. Portanto, se a taxa do seu financiamento estiver menor ou igual a esse valor, é o primeiro indicativo que está tendo boas condições nesse negócio.

O segundo ponto é o valor de entrada. É claro que nem todas as pessoas estão em condições de oferecer um valor mais alto à vista, mas, quanto maior o montante da entrada, mas você conseguirá negociar o valor das prestações. Por isso, se puder, faça esse investimento hoje e tenha mais segurança depois.

Vale lembrar que a maioria dos bancos atualmente exige ao menos 10% do valor total do imóvel como entrada, até mesmo para que tenham uma garantia no negócio. Mas uma relação bastante interessante para o comprador é de, ao menos, 35% de entrada e 65% em prestações.

 

Valor da prestação

 

Como consequência direta da análise anterior, você precisa ficar de olho em quanto cada parcela irá custar, especialmente com a incidência de juros.

A ideia aqui é que esse valor não ultrapasse 30% da sua renda mensal.

Também avalie com seu banco se é possível fazer alterações durante o pagamento e, por exemplo, pagar mais nos primeiros meses e reduzir o valor das últimas parcelas. Essa é uma estratégia que funciona para a maioria das famílias por ser melhor para a organização financeira.

 

CET – Custo Efetivo Total

 

Não é só o custo final do imóvel que você deve ficar atento na hora de fechar o seu contrato de financiamento imobiliário.

Quando os bancos fazem o cálculo do Custo Efetivo Total, é comum que entre na conta outras taxas, como seguros obrigatórios, proteções, tarifas bancárias e até mesmo avaliações no imóvel.

Se você não levar esses valores em conta, você pode ser pego desprevenido ou até mesmo terminar com o nome sujo por não dar conta de realizar o pagamento.

E, além disso, muitas vezes os bancos que oferecem menores taxas de juros podem aumentar os valores dessas outras taxas. Ou seja, para entender qual proposta é mais vantajosa, você precisa levar em conta o CET na hora de fazer a sua decisão.

 

Tempo de quitação da dívida

 

Em geral, financiamentos com menor tempo de vida geralmente tem menos incidência de juros, justamente por ser menos parcelas de maior valor.

Se essa for uma possibilidade real para o seu orçamento, vale a pena ver com o banco as melhores condições para dívidas que serão pagas em menor tempo.

Vale a pena lembrar aqui que a sua idade geralmente entra no cálculo do seguro e faz a diferença no valor final. Por isso, menos parcelas também fazem a diferença quando pensamos nesse aspecto do financiamento imobiliário.

 

Um adendo: o FGTS

 

O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço é um velho conhecido dos brasileiros e que pode ser um grande aliado na hora de financiar seu imóvel. Isso porque uma das condições de saque é justamente a aquisição de imóvel próprio.

Se você cumprir todos os requisitos, como tempo de contribuição mínimo de 3 anos e o seu imóvel valer até R$1,5 milhão, você pode utilizar o montante do seu fundo para realizar a operação. Essa é uma ótima opção para o trabalhador e deve ser sempre levada em consideração.

 

E aí, curtiu saber mais sobre as condições do financiamento imobiliário? Aqui na Cimos temos diversos imóveis que podem ser adquiridos a partir dessa modalidade e, certamente, um deles encaixa no seu sonho! Converse com um de nossos vendedores e venha morar em um Cimos.

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